
Nada como um final de tarde. Em Salvador, passear pela orla, comer um acarajé, beber uma água de coco é bom. Etâ passeio bem baiano e saboroso. Agora, difícil decisão: onde degustar este bolinho tipicamente nosso? Sem dúvida, o maior símbolo da nossa cultura está espalhado em quase todas as esquinas da cidade. Ao analisarmos as competências das baianas no preparo dos seus quitutes percebemos alguns diferenciais que poderão nos levar a decisão.
Ao se compararem aos seus concorrentes (benchmarking) as baianas buscam obter uma maior eficiência que poderá influenciar na decisão de compra do bolinho. É preciso também de muita competência central (core competences) para se manterem à frente dos seus rivais. O posicionamento, em tempos considerado a alma da estratégia, é hoje rejeitado, por ser demasiado estático face às mutações dos mercados e das tecnologias, mas que talvez neste mercado, pouca influência faça, haja vista, ainda não se comprar pela Internet esta iguaria. Mas, cabe raciocinar neste sentido. Com a palavra os empreendedores. Há muita baiana “clonada” demonstrando que em mercado competitivos, as barreiras à entrada de novos competidores estão caindo na medida em que o acesso à informação cresce de forma ágil e aberta.
Contudo, está longe de enxergarmos uma hiperconcorrência nos tabuleiros baianos, muito mais em termos de diversas variáveis sociais e culturais que ainda representam uma barreira na criação de uma mudança de paradigma competitivo.
Os orixás nos guiam no sentido de encontrarmos um caminho que distinga entre a eficiência operacional e a estratégia perfeita, pois a procura de produtividade, qualidade e velocidade têm provocado o aparecimento de inúmeras técnicas de gestão: qualidade total; benchmarking; parcerias estratégicas; reengenharia; e gestão da mudança, entre outras. Gerando uma aplicação, na maioria dos casos, melhorias operacionais significativas, levando as baianas à tradução clara de ganhos em vantagens sustentáveis em relação a seus concorrentes. Assim, as técnicas de gestão têm tomado o lugar da estratégia, gerando em fidelidade para as quituteiras baianas.
Pouco a pouco, quase sem se dar conta, percebemos que nossa decisão de degustação de um bom acarajé, mesmo que mentalmente, nos remete a pensar estrategicamente, pois a eficiência operacional e a estratégia são ambas essenciais neste processo decisório. Mas, ambas funcionam de maneira diferente. Para uma baiana ultrapassar os rivais deve preservar uma característica única. Terá de proporcionar maior valor aos consumidores ou criar valor a custos mais baixos; ou fazer as duas coisas. O fato é único dentro do ciclo de planejamento: o sucesso só é alcançado quando conseguimos fazer muitas coisas bem e em saber integrá-las.
Ao se compararem aos seus concorrentes (benchmarking) as baianas buscam obter uma maior eficiência que poderá influenciar na decisão de compra do bolinho. É preciso também de muita competência central (core competences) para se manterem à frente dos seus rivais. O posicionamento, em tempos considerado a alma da estratégia, é hoje rejeitado, por ser demasiado estático face às mutações dos mercados e das tecnologias, mas que talvez neste mercado, pouca influência faça, haja vista, ainda não se comprar pela Internet esta iguaria. Mas, cabe raciocinar neste sentido. Com a palavra os empreendedores. Há muita baiana “clonada” demonstrando que em mercado competitivos, as barreiras à entrada de novos competidores estão caindo na medida em que o acesso à informação cresce de forma ágil e aberta.
Contudo, está longe de enxergarmos uma hiperconcorrência nos tabuleiros baianos, muito mais em termos de diversas variáveis sociais e culturais que ainda representam uma barreira na criação de uma mudança de paradigma competitivo.
Os orixás nos guiam no sentido de encontrarmos um caminho que distinga entre a eficiência operacional e a estratégia perfeita, pois a procura de produtividade, qualidade e velocidade têm provocado o aparecimento de inúmeras técnicas de gestão: qualidade total; benchmarking; parcerias estratégicas; reengenharia; e gestão da mudança, entre outras. Gerando uma aplicação, na maioria dos casos, melhorias operacionais significativas, levando as baianas à tradução clara de ganhos em vantagens sustentáveis em relação a seus concorrentes. Assim, as técnicas de gestão têm tomado o lugar da estratégia, gerando em fidelidade para as quituteiras baianas.
Pouco a pouco, quase sem se dar conta, percebemos que nossa decisão de degustação de um bom acarajé, mesmo que mentalmente, nos remete a pensar estrategicamente, pois a eficiência operacional e a estratégia são ambas essenciais neste processo decisório. Mas, ambas funcionam de maneira diferente. Para uma baiana ultrapassar os rivais deve preservar uma característica única. Terá de proporcionar maior valor aos consumidores ou criar valor a custos mais baixos; ou fazer as duas coisas. O fato é único dentro do ciclo de planejamento: o sucesso só é alcançado quando conseguimos fazer muitas coisas bem e em saber integrá-las.


Um comentário:
Lima,
Gostei do seu interessante artigo sobre o famoso quitute baiano, símbolo da culinária afro-brasileira. Gostaria apenas de acrescentar mais um diferencial competitivo desse mercado (talvez o principal, considerando que preço, qualidade e tecnologia estão cada vez mais garantidos e pulverizados em diferentes pontos de venda de cada esquina da boa terra), trata-se da “Qualidade no Atendimento”.
Não se pode “encantar o cliente” com imensas filas, pouca higiene, dificuldade de troco, mau humor, desatenção... , e esses “ingredientes” não raramente são encontrados nos tabuleiros dos saborosos e irresistíveis bolinhos consumidos prazerosamente por todos nós ao final da tarde.
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