
O carnaval terminou. Como folião observador levanto algumas questões imediatamente no balanço da folia. O carnaval como produto continua sendo imbatível. Foram milhares de reais injetados através das cotas de patrocínio, ações mercadológicas de diversos tipos e organizações, e também, renda circulando através dos inúmeros empregos gerados. Os veículos de comunicação cada vez mais investindo na cobertura, às vezes, até exagerando com alguns repórteres querendo ser mais visto que os verdadeiros atores da alegria, mas vá lá, tudo dentro do aceitável. Um crescimento na oferta de camarotes com suas peculiaridades, sem dúvida um centro de fazer negócio, através de ações de relação pública e construção de redes de relacionamento, cabendo depois um artigo especifico sobre este assunto. Tudo beleza de Cleuza. E nossa percepção sobre a festa? É... Vamos falar.
Algumas atrações surgem como futuros fenômenos de comunicação de massa. O Fantasmão e o Psirico são um deles. Pensar em comunicação de massa nos faz remeter a cultura de massa, sociedade de massa e indústria cultural, o jornal é o maior exemplo, o rádio, ou para ser, mas atual os “telerádios” que são os programas na televisão com forte apelo popular, nos levando a viver na mira, entre todas as bocas e vendo que o povo é o forte elemento aglutinador. A comunicação de massa é feita de forma industrial, ou seja, em série para atingir um grande número de indivíduos, a sociedade de massa. Numa visão apocalíptica, ela é uma conversão da cultura em mercadoria, utilizada pelas classes dominantes de forma vertical para homogeneizar as massas.
A Indústria cultural é conseqüência da industrialização e do desenvolvimento de uma cultura de mercado e exerce um poder alienante sobre as massas. Ora, não existem fórmulas para o sucesso, e sim, reflexão sobre vida comum, desejos e necessidades na relação de poder. O povo da periferia começa a ter consciência sobre o mundo que está a sua volta. Trazendo com um tiro no pé a homogeneização oriunda do totalitarismo cultural.
A batida percussiva do Psi, como carinhosamente é chamado, e do Fantasmão misturado com letras fortes, elementos de hip hop, rap, funk, poderia ser um samba do crioulo doido, mas alimenta os desejos de uma comunidade buscando acesso a elementos de consumo. “Favela êh favela, respeite o povo que vem dela...”. É a mais pura verdade. Nunca as classes C, D e E consumiram tanto. Inclusive música e entretenimento. Assumindo gosto próprio e peculiar.
Acredito que os próximos anos serão de consolidação de um novo perfil de consumo oriundo da periferia. Precisamos entender este fenômeno e visualizar como uma grande oportunidade de estudo de comportamento e tendências. Cole na corda , num ritmo que vem de Angola, pois só beijar na boca não adianta.
Algumas atrações surgem como futuros fenômenos de comunicação de massa. O Fantasmão e o Psirico são um deles. Pensar em comunicação de massa nos faz remeter a cultura de massa, sociedade de massa e indústria cultural, o jornal é o maior exemplo, o rádio, ou para ser, mas atual os “telerádios” que são os programas na televisão com forte apelo popular, nos levando a viver na mira, entre todas as bocas e vendo que o povo é o forte elemento aglutinador. A comunicação de massa é feita de forma industrial, ou seja, em série para atingir um grande número de indivíduos, a sociedade de massa. Numa visão apocalíptica, ela é uma conversão da cultura em mercadoria, utilizada pelas classes dominantes de forma vertical para homogeneizar as massas.
A Indústria cultural é conseqüência da industrialização e do desenvolvimento de uma cultura de mercado e exerce um poder alienante sobre as massas. Ora, não existem fórmulas para o sucesso, e sim, reflexão sobre vida comum, desejos e necessidades na relação de poder. O povo da periferia começa a ter consciência sobre o mundo que está a sua volta. Trazendo com um tiro no pé a homogeneização oriunda do totalitarismo cultural.
A batida percussiva do Psi, como carinhosamente é chamado, e do Fantasmão misturado com letras fortes, elementos de hip hop, rap, funk, poderia ser um samba do crioulo doido, mas alimenta os desejos de uma comunidade buscando acesso a elementos de consumo. “Favela êh favela, respeite o povo que vem dela...”. É a mais pura verdade. Nunca as classes C, D e E consumiram tanto. Inclusive música e entretenimento. Assumindo gosto próprio e peculiar.
Acredito que os próximos anos serão de consolidação de um novo perfil de consumo oriundo da periferia. Precisamos entender este fenômeno e visualizar como uma grande oportunidade de estudo de comportamento e tendências. Cole na corda , num ritmo que vem de Angola, pois só beijar na boca não adianta.


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