
Os quarentões como eu devem lembrar do bom e velho Lilico. Ele era um personagem humorístico, sempre embriagado que entrava em cena tocando um tambor e dizendo: “eu bebo sim, estou vivendo...”. Seu bordão, tão atual, ecoa nos quatro cantos do país, no desabafo de todos que gostam de beber, após a chegada da lei seca. Lilico não é o critico da lei, pois sem dúvida ela têm sentido, haja vista as estatísticas comprovarem a estupidez do casamento entre álcool e volante, apenas devemos possibilitar a todos o direito de exercer o livre arbítrio de poder beber de forma consciente.
Contudo, o que me surpreendeu foi o posicionamento das associações que representam os bares, restaurantes e similares em brados na imprensa falando nos prejuízos que começam amargar com as restrições que a lei impõe, pensando em liminares, ações de inconstitucionalidade, enfim, buscando soluções jurídicas para o fato em si. Ora, não sou um especialista em leis, porém se cabe recurso o direito democrático deve ser respeitado.
Agora, vejo a questão por outro ângulo. O problema pode ser resolvido com alternativas de ações de marketing. Louco? Calma, não estou embriagado. Analisemos a questão. O governo proibiu de beber? Claro que não, pois se isso fizessem teríamos uma perda de arrecadação de impostos enorme. Não é este o foco do governo. O que está proibido é dirigir após beber.
A ação de marketing que propomos aos bares, restaurantes e similares é de repensarem sua logística no transporte dos seus clientes. Será que viabilizando um motorista, uma van, motocicletas com motoristas, através de convênio com o sindicato dos motociclistas não resolveriam o problema? Pode ser. Na realidade é preciso repensar toda a cadeia.
Vejo a lei seca como uma grande oportunidade, pois além dos benefícios de segurança a vida, por detrás dela está uma possibilidade de criar fidelidade junto aos clientes, aumento de conta média nos estabelecimentos, fruto do tempo de permanência dos clientes, e o melhor, cria relacionamento, pois gera comodidade e conforto no deslocamento.
Precisamos aprender a visualizar os problemas e buscar entender neles as oportunidades, por isso, a importância de qualquer negócio, seja ele pequeno ou grande, ter seu plano de negócio, onde se tenha a rotina de planejar cada ação, dentro do seu tempo e espaço.Sem dúvida, o grande Vinícius de Moraes, disse várias vezes que beber é uma arte, então Lilico mas do que um artista, no sentido amplo, quer exercer sua cidadania, bem como todos nós.
Contudo, o que me surpreendeu foi o posicionamento das associações que representam os bares, restaurantes e similares em brados na imprensa falando nos prejuízos que começam amargar com as restrições que a lei impõe, pensando em liminares, ações de inconstitucionalidade, enfim, buscando soluções jurídicas para o fato em si. Ora, não sou um especialista em leis, porém se cabe recurso o direito democrático deve ser respeitado.
Agora, vejo a questão por outro ângulo. O problema pode ser resolvido com alternativas de ações de marketing. Louco? Calma, não estou embriagado. Analisemos a questão. O governo proibiu de beber? Claro que não, pois se isso fizessem teríamos uma perda de arrecadação de impostos enorme. Não é este o foco do governo. O que está proibido é dirigir após beber.
A ação de marketing que propomos aos bares, restaurantes e similares é de repensarem sua logística no transporte dos seus clientes. Será que viabilizando um motorista, uma van, motocicletas com motoristas, através de convênio com o sindicato dos motociclistas não resolveriam o problema? Pode ser. Na realidade é preciso repensar toda a cadeia.
Vejo a lei seca como uma grande oportunidade, pois além dos benefícios de segurança a vida, por detrás dela está uma possibilidade de criar fidelidade junto aos clientes, aumento de conta média nos estabelecimentos, fruto do tempo de permanência dos clientes, e o melhor, cria relacionamento, pois gera comodidade e conforto no deslocamento.
Precisamos aprender a visualizar os problemas e buscar entender neles as oportunidades, por isso, a importância de qualquer negócio, seja ele pequeno ou grande, ter seu plano de negócio, onde se tenha a rotina de planejar cada ação, dentro do seu tempo e espaço.Sem dúvida, o grande Vinícius de Moraes, disse várias vezes que beber é uma arte, então Lilico mas do que um artista, no sentido amplo, quer exercer sua cidadania, bem como todos nós.

